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Evitação e fuga: estratégias que alimentam a ansiedade

  • 5 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

A ansiedade adora dois tipos de comportamentos: evitação e fuga. Para o cérebro ansioso, eles funcionam como uma recompensa imediata: sair da fila quando começa a suar, evitar reuniões porque teme ser avaliada, recusar eventos sociais por insegurança.


A sensação é de alívio momentâneo, mas o medo não diminui. Ele cresce.


A mente aprende que aquela situação é perigosa e, por isso, deve ser evitada a qualquer custo.Assim nasce o ciclo da ansiedade: o corpo reage, você evita, o corpo reforça a ameaça, você evita ainda mais.


A saída não está em fugir do desconforto, mas em enfrentá-lo aos poucos, com estratégia, orientação e autocuidado. É como um treino: exposição gradual, sempre dentro do possível, sempre respeitando seu ritmo.


Ansiedade não se cura correndo dela.Se transforma quando você decide caminhar em direção ao que te assusta, com suporte, orientação e acolhimento.

 
 
 

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